Sobre a agem.
Uma infraestrutura cívica, digital e portuguesa para aproximar pessoas, serviços e futuro.
Um sistema para o que ainda falta ligar.
A agem existe para transformar necessidades dispersas numa rede legível: encontrar, pedir, aprender, viajar, receber, ajudar e pertencer sem saltar entre ilhas digitais. O objetivo é criar uma camada comum para Portugal — suficientemente prática para resolver o dia-a-dia e suficientemente aberta para acolher o que ainda não tem lugar.
Como se constrói.
A ambição é grande, mas o caminho é verificável: cada peça deve mostrar o seu estado, o seu limite e a razão para existir antes de pedir confiança.
À vista
Construímos em público. O que está em uso aparece como tal; o que ainda é conceito fica marcado como ensaio. Nada de capturas de ecrã de funcionalidades que não existem.
Devagar
Preferimos uma coisa bem feita a dez por acabar. Cada subdomínio abre quando está pronto, não quando o calendário manda.
Privacidade primeiro
Não vendemos dados, não corremos anúncios e só guardamos o que é preciso para responder. O que recolhemos está escrito, em português claro, na página de privacidade.
As pessoas no centro
Tudo o que se troca por agem volta às pessoas. A comunidade não é uma métrica — é a razão.
Quem responde pelo protótipo.
A agem é mantida a partir de Barcelos, Portugal, como projeto independente em desenvolvimento. Enquanto a equipa pública é pequena e o produto ainda está em protótipo, assumimos um princípio simples: cada página deve dizer o que existe, o que está em ensaio e como contactar uma pessoa responsável.
- Operador
- agem · projeto independente
- Base
- Barcelos, Portugal
- Estado
- protótipo público
- Revisto
- 3 de junho de 2026
De um lugar concreto para uma rede comum.
A agem nasce em Portugal e olha para o país inteiro: cidades, freguesias, quem chega, quem fica, quem faz e quem precisa. A origem dá chão; a plataforma deve dar continuidade.
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