mega do avesso
agem lida do fim para o princípio é mega. Este artigo é uma volta curta pelo software que escreve a agem — repositórios, código, pedidos, agentes e sandbox.
agem lida do fim para o princípio é mega. É uma coincidência de quatro letras, mas serve para descrever bem o que existe nos dois lados desta plataforma. Do lado de cá, agem: o sítio, a língua, as portas. Do lado de lá, mega: o software que faz tudo isto aparecer. Hoje viramos a palavra do avesso e olhamos para o lado de lá.
O software mega é um interface simples para gerir três coisas que costumam viver separadas: repositórios, pedidos de integração e corridas de agente. As três entram pela mesma porta, com a mesma gramática, sem mudar de cor cada vez que se carrega num botão.
- 01repover PRs, runs e commits
- 02runbranch, agente e anexos?↺Q&A
- 03agenteclaude ou codexclaude⇄codexpode trocar a meio
- 04sandboxtrabalha isolado
- 05revisãoperguntas + dev mode05iter
- 06PRdescrição clara e pausa
O caminho até este artigo
O fluxo é o mesmo que está a acontecer agora: um pedido entra em texto, o mega confirma fontes e logins, escolhe-se o agente, a sandbox abre o repositório, altera código, valida o resultado e entrega uma proposta em PR. É mais fácil ver do que ler. Aqui em baixo está uma visita guiada — toca num número para saltar, carrega em auto para correr sozinho. Cada passo é um ecrã do mega, com a marca vermelha a indicar onde estamos.
Visita guiada ao software mega
passo a passoligar as fontes
O Connect sources reune tres cartoes: o repositorio Gitea e os logins do Claude e do Codex. Cada cartao mostra se ja esta ligado e quem trata da autenticacao por baixo.
A página de entrada é uma lista de repositórios. Cada linha é um destino — neste caso, agem/agem-site, o repositório que guarda o site que está agora a ler. Entrar num repositório abre o detalhe: ramos, atividade recente, atalhos para o código e para os pedidos abertos.
Dentro do detalhe há um separador de código: árvore de ficheiros à esquerda, ficheiro à direita, sem distrações. Ao lado vive o separador dos PRs — a lista de propostas em circulação, cada uma com título, autor, ramo de origem e estado. Abrir um PR mostra a conversa completa: descrição, ficheiros alterados, comentários, estado da automação e botão de merge quando a hora chega.
Até aqui, é uma forma honesta de fazer uma forge: repositórios, código, pedidos. O que muda no mega é o que vem a seguir.
A camada que não se vê
A cada PR pode estar associada uma corrida de agente. Primeiro entram as fontes: repositórios disponíveis, sessão Gitea do utilizador e logins de Claude ou Codex guardados como material opaco de Vault. Depois um breve em texto é entregue ao modelo escolhido, que arranca numa sandbox isolada com o repositório montado, ferramentas, segredos e uma cronologia visível em direto. O agente lê, escreve, comita, abre o PR e devolve o link.
Por baixo correm skills pequenas e nomeadas: uma pergunta o que falta no breve antes de começar, outra emite eventos da linha do tempo, outra trata de commits e PR, outra aplica feedback que chega depois. São peças que se ligam em cadeia sem precisarem de saber umas das outras.
Em paralelo vive o modo dev: a sandbox expõe a porta da aplicação por um túnel com URL pública, logs do servidor a entrar em tempo real, endpoints, testes contínuos e segredos no mesmo painel. O código que o agente acaba de escrever fica de pé, à mão, antes mesmo do merge.
mega não é o oposto de agem; é a mesma palavra a apontar para o outro lado. Um lado mostra. O outro faz.
nota agem
Porque é que isto importa
Porque uma plataforma feita de muitas portas precisa de uma forma calma de escrever software. Sem mega, cada serviço .agem teria a sua própria oficina, com as suas próprias regras. Com mega, a oficina é uma só: um pedido entra como texto, sai como PR, e quem manda continua a ser quem escreve o pedido.
Esta volta já abre a corrida por dentro: a ligação das fontes, a escolha entre agents, a cronologia do trabalho, a sandbox a respirar e o URL de dev a aparecer ao vivo antes do merge.